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fevereiro 25, 2006
Carnevale

Gustav Klimt, "The Kiss", 1908
"Não há experiência de corpo que não seja também experiência de alma, o contrário sendo também verdadeiro".
(Gilberto Freyre)
Posted by Nariz Gelado at fevereiro 25, 2006 03:10 PM
Comments
Falando sério, a carne (a vida) só se conserva em consequência da ligação com o espírito que a anima. Desligado totalmente(durante o sono dá-se um desligamento parcial) o espírito da carne esta apodrece. É impossível reverter. Daí tanta confusão com a ressureição de Jesus que deu-se em espírito (vidência com Maria Madalena e materialização com todos os apóstolos juntos). Daí a hipótese da criogenia com o congelamento para revivecência futura ser absolutamente impossível.
Posted by: Renato Martins at março 1, 2006 02:41 AM
Quando da carne separa-se o espírito, aquela apodrece... mil perdões...
Posted by: Renato Martins at março 1, 2006 01:13 AM
A carne é indissociável do espírito.
Pelo menos, enquanto estivermos por aqui, neste plano material...
Bom Carnaval, Nariz!
Posted by: Artemus Gordon at fevereiro 27, 2006 09:01 PM
Nariz
Gilberto ta certo.
Eu tenho o frevo no corpo e na alma. Já caí nele.
Um beijão
Posted by: MOITA at fevereiro 27, 2006 04:45 PM
A Carne Não Vale. Ingenuidade. Toda conjunção, vincula...
Posted by: Renato Martins at fevereiro 27, 2006 02:12 PM
Cheguei aqui ao acaso, a partir de um link da Helena. Gosto do que vejo. Esta tela, apesar da castidade do beijo, é considerada uma das mais sensuais do período (por óbvio que a amante está em êxtase). A citação do Freyre foi outra felicidade: há alma na proposta erótica de Klimt. Carnevale/Carnaval: libertação da carne; mas também do espírito. Voltarei. Um abraço, Luciana.
Posted by: Luna at fevereiro 27, 2006 10:17 AM
"Pára de transar odé eu não/ Pára de comer Adão eu não/ Isso é armação do Zé, né não?/ É 171 odé de Adão" (Odé e Adão, Luiz Caldas)
Posted by: Odé at fevereiro 26, 2006 09:53 PM