Que 2009 seja um ano feliz, elegante, suave e perfeito como estes dois dançando.
Feliz Ano Novo, pessoal.
Que 2009 seja um ano feliz, elegante, suave e perfeito como estes dois dançando.
Feliz Ano Novo, pessoal.
“Entre nós, Lula é disparado o mais talentoso gigolô da ignorância alheia.”
Ricardo Noblat, em artigo para o seu blog.
“O governo Obama ainda está cheio de mistérios, falta clareza principalmente na política externa, e não se podem esperar grandes guinadas, até porque um transatlântico não consegue dar cavalo de pau“.
Este é Marco Aurtélio Garcia, assessor internacional de Lula, na Folha de S. Paulo de hoje, comentando o conflito em Israel.
À despeito da esperada atitude pró-terrorismo, eu acho uma graça este cidadão vir a público dizer que o governo Obama (que nem existe ainda!) “está cheio de mistérios” no mesmo dia em que o governo Lula, a fim de manter seus próprios mistérios, exilou o diretor da ABIN em Lisboa.
Incrível como a maior parte da imprensa trata o conflito na faixa de Gaza com o maniqueísmo de sempre.
Mesmo onde há espaço para artigos e opiniões contraditórias, o uso da imagem – sempre mais poderoso – segue fazendo este jogo de Davi x Golias. Porque, vamos combinar, que este tipo de coisa, que se repete à exaustão, faz o senso comum esquecer foguetes e homens-bomba.
Só um toque para Djalma Berger, prefeito eleito de São José- SC, que escalou Lurian da Silva para a Secretaria de Ação Social do município: se a moça falar em fundar uma ONG, corra, prefeito… Corra.
E Mahmoud Ahmadinejad, aquela doce criatura que governa o Irã, virou o centro das atenções do Natal europeu – talvez ocidental.
O pessoal do Channel 4 alega que quis oferecer, aos seus telespectadores, “uma perspectiva diferente do mundo que nos rodeia”.
Eu acho que é isso mesmo – e que não há, nas intenções deles, nada mais do que aquela vontade de ser diferente e pós-moderninho que costuma gravitar nos meios de massa. Principalmente nesta época do ano, quando a audiência tende a cair e, parece, as grandes redes acertam contas com os contratados pós-moderninhos que são mantidos na rédea curta ao longo do ano. Coisa do tipo: você me garante um Rei do Gado por ano que eu te deixo soltar a ‘talentosa’ franga em dezembro.
É isso, este acerto de contas em época de audiência naturalmente magra, que explica, do lado de cá do oceano, delírios como essa Capitu levada ao ar outro dia. No além-mar pode ser o que explica a opção do Channel 4.
O problema deste tipo de coisa são os danos colaterais. No caso de Machado de Assis alguém – acho que foi Diogo Mainardi – bem disse que Dom Casmurro virou Orlando Orfei. Com Ahmadinejad é evidente que a inciativa dos bacaninhas do Channel 4 coloca mais um tijolinho na construção de outro símbolo da resistência-contra-o-capitalismo-ocidental-e-a-perseguição-aos-judeus-enquanto-grandes-representantes-deste-sistema-além-de-históricos-aliados-dos-EUA.
Já fizeram isso com Bin Laden. Agora que ele anda apagadinho (desconfio que lambeu o coringa), estão a incensar outro louco, cujos valores em nada diferem daqueles da antiga Irmandade Muçulmana – exceto que são acrescidos da ambição de impô-los ao Ocidente e de um nada desprezível poder nuclear.
Ou seja: o que parece uma alteridade bem resolvida e pós-moderninha é, na verdade, um ímpeto suicida no melhor estilo Toynbee.
A probabilidade de que os encarregados da programação da TV Brasil não soubessem que o delegado Protógenes seria entrevistado no Roda Viva da última segunda-feira é a mesma de que um ministro, um senador e a revista Veja tenham armado uma fábula sobre grampos.
Eu sei que vocês sabem.
Mas é que o petismo tem aplicado essas lorotas com tanto sucesso e cara de pau que, às vezes, acho importante avisar que nem todos têm os neurônios sequelados pelas benesses dos altos juros, do cabide ou da Bolsa Família.
Cada vez que tento acompanhar alguma coisa relacionada à Operação Satiagraha – e a última foi o delegado, modo Nassif on, no Roda Viva – me vem a sensação de que estou diante de uma guerra entre facções petistas.
Mas não era isso que eu queria dizer.
Na verdade, vim aqui só para perguntar: na opinião de vocês, quanto tempo vai levar para o delegado ser capa da Caras?
The women of Marvel, by Leif E. Ekholm
Parece que o pessoal da Marvel errou feio porque aquele negócio de X-Men foi para o brejo.
Ou, talvez, Stan Lee e Jack Kirby tenham sido visionários – e um tantinho sacanas – ao batizar a coisa de “fator X“.
O fato é que, dizem os cientistas, a tal da mutação da espécie está favorecendo somente a elas – o chamado sexo forte estaria sucumbindo aos fertilizantes e, vejam só!, à fuligem.
Então bye bye, meninos.
O mundo, eu garanto, vai ficar muito chato sem vocês.