Imagine uma sociedade civil, sem fins lucrativos, cuja receita – que gira em torno de uns R$ 840 milhões – seja oriunda da contribuição de empresas privadas, recolhida pelo INSS, sobre a folha de pagamento.
Agora imagine que o presidente desta sociedade, por um motivo qualquer, seja convidado a abrir seu sigilo bancário e se negue a fazê-lo. Imagine, inclusive, que ele vá às últimas instâncias da Justiça para não fazê-lo.
O que você pensaria deste presidente?
Pois pode parar de imaginar porque o caso em questão existe.
A sociedade sem fins lucrativos é o SEBRAE. E seu presidente é Paulo Okamotto.